domingo, 17 de octubre de 2010

MOSTEIRO DE SÃO SALVADOR DE MOREIRA



Este Mosteiro, na distancia, apresenta-se-nos nobre e altivo, com a seguridade de quem conseguiu vencer o tempo.




Os Cronistas, como Nicolau Santa Maria, fazem remontar a sua existência a 862, o ano em que Dona Gontina efectuou várias doações a um convento em Gontão. O que leva a pensar que a primeira “casa” deve ter tido a sua origem em Gontão.




A existência dum documento datado de 915 no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, refere-se a "eglesia Santi Salbatoris".




No livro "O Mosteiro Crúzio de Moreira", o autor refere-se à primeira prova documental, de 1027, fazendo referencia a um conjunto de doações de terras que beneficiavam o "(...) Sancti Salvatoris Aulam Dei (...)". Foram feitas outras doações entre 1042 a 1087, em que Tructesindo Guterres doa a quinta e parte dos seus bens ao Mosteiro.





Por vontade e esforço do Prior D. Henrique Brandão, as obras de reconstrução da Igreja e Mosteiro iniciaram-se em 3 de Maio de 1588, tendo sido concluídas 34 anos mais tarde, no dia 3 de Maio de 1622.





Mas, Augusto Vieira, (com concordância de Pinho Leal) refere-se assim: "o primitivo convento de Moreira foi onde é a ermida de São Jorge de Gontão, sendo também esta a sua invocação, e dela foi fundadora D. Gontina, senhora das Pedras Rubras, no ano 900 de César. O abade D. Mendo é que o removeu em 1060 para o sítio actual, sendo a nova igreja benzida pelo bispo do Porto, D. Hugo, e chamando-se desde então do Salvador.





O convento do Salvador teve doações importantíssimas, citando-se entre muitas as de Soeiro Mendes da Maia, em 1123 (era de César), e as de Fructesindo Gutierrez em 1116.





Também fazem referencia a uma relíquia do “Sagrado Lenho”, a qual durante as guerras da autonomia deu-se por desaparecida, em 1510 foi reencontrada pelo prior Vasco Antunes debaixo da pedra d'ara do altar-mor, dentro de um antigo relicário.




O Couto do Mosteiro de Moreira, foi concedido por D. Afonso Henriques, antes de 1170.





Em 1609 foi eleito em Coimbra Prior geral, D. Miguel de Santo Agostinho. Este em 1611 encomendou ao Desembargador na cidade do Porto, Dr. Gabriel Pereira de Castro, o tombo das terras do Mosteiro de Moreira e sua demarcação.




Os seus marcos com inscrição A MR 1611 ou A MR 1612, ainda hoje podem ser vistos no Mosteiro.




Em 1676 D. José da Graça mandou fazer o retábulo da Capela Mor e a tribuna. Foi encomendando ao mestre entalhador Jerónimo da Costa.




O Mosteiro de Moreira, como outros da congregação, foi extinto no ano de 1771 por Breve do Papa Clemente XIV expedida a instância de D. José I.




O mosteiro, com a sua quinta, foi vendido a Domingos Leonardo Farinha, de Moreira, em 1772. No entanto os religiosos, sendo desta vez os cónegos de Mafra, não demoraram em fazer a sua recuperação. Só mais tarde, com a expulsão de todas as ordens religiosas, isto em 1834, é que se faz a primeira venda pública, ao Desembargador Luís Lopes Vieira de Castro, para sua residência. Passados quarenta anos, a propriedade volta a passar de mão, desta vez para Dª Rita de Moura Miranda de Magalhães.




A Igreja de São Salvador de Moreira, hoje Igreja Matriz, é um edifício seiscentista cuja fachada em cantaria embora imponente, é austera, pesada e sem o brilhantismo de mais pequenas catedrais do seu tempo. As duas torres sineiras encontram-se na cabeceira da Igreja. Na torre Norte, destaca a inscrição: 1695.
A sua frontaria é dividida verticalmente em três tramos separados por pilastras lisas encabeçadas por capitéis de estilo jónico junto à cornija. Horizontalmente é dividida em 2 pisos, separados por cantaria lisa e pesada.

No piso superior, no tramo central, abre-se um imenso janelão rectangular com o topo em arco perfeito. A ladeá-lo, antes da reforma de 1884, estavam dois janelões, agora enchidos com pedra. Logo acima da Cornija, uma singela varanda balaustrada adorna a empena em cujo tímpano mora o relógio. Esta, de forma triangular, é rematada em cada canto por uma cruz.





No piso térreo, três enormes portões em ferro forjado, separados por grossas colunas de granito, dão entrada para uma Galilé relativamente apertada, em cujo lado direito se encontra a capela mortuária, que em tempos foi dedicada a São Jorge e serviu de Baptistério. Na entrada central temos a inscrição "1725 / reformada em 1884". Passando-a, no chão encontramos várias pedras com números gravados a marcar sepulturas, que até 1837 só se faziam em lugar sagrado.





Acedemos ao templo por amplo pórtico todo em granito lavrado. O seu topo é em arco de meio ponto.
A ladeá-lo dois pares de colunas, assentes em pedestais, cuja base é finamente trabalhada em cruzetas e besantes em alto relevo. Daí, até aos capitéis coríntios as colunas são elegantemente estriadas. A nave, gigante rectangular, tem a vinte metros de altura um tecto arredondado e, em caixotões de tijolo estucado.




Passado que é o pórtico, no seu lado esquerdo, depois do coro, está interessante conjunto pintado em madeira, encaixilhado em soberba moldura. Trata-se de um quadro das almas, sobrepujado por outro da Santíssima Trindade. Ainda neste lado, duas Capelas se nos apresentam: a do Senhor dos Passos e a de Santo Agostinho. Do lado direito, a Capela do Senhor Crucificado e a de São Teotónio. No seu meio uma imagem de Jesus.




A primeira destas quatro localizada a meio da nave, iluminada por janela e guardada em púlpito abobadado e pintado, a imagem do Senhor dos Passos que antigamente, no 2º Domingo da Quaresma, saía em procissão . A rematar o retábulo que lateralmente nos apresenta caixas de relicários embutidas, alguns anjinhos delicadamente esculpidos. Na sua base, o sacrário a que já se chamou, do Santo Lenho ou Relicário da Cruz. Sob este jaz o Senhor Morto. Todo este conjunto foi em 1996 dourado.




A esta, segue-se a Capela de Santo Agostinho, que tal como a precedente é em mármore rosa e verde lavrada, no entanto, ao contrário dela acede à nave por arco redondo. Encerrando a imagem do patrono da Congregação dos Crúzios, este surge-nos vestido de Bispo e segura na mão direita um coração em chamas e na esquerda o báculo. Separadas por lisos fustes encabeçados por capitéis coríntios dourados, iguais aos que encontramos nas restantes Capelas, é ladeado, pelas imagens de Santa Mónica, sua mãe, á esquerda e Santa Madalena, à direita. Ambas as imagens repousam em peanhas finamente trabalhadas. No topo, ao cento do retábulo todo ele dourado em 1997, abre-se um óculo redondo por onde transparece a luz exterior.




No lado direito a Capela do Senhor Crucificado de fronte à do Senhor dos Passos. Tal como o nome indica, a imagem presente é a de Jesus Crucificado. A seus pés, na base do retábulo dourado em 1996, está a imagem de Nossa Senhora das Dores. A ladeá-lo, São Sebastião e Nossa Senhora da Conceição, em imagens de menor proporção.

A seguir a esta e do mesmo lado, a Capela de São Teotónio, primeiro Prior de Santa Cruz de Coimbra, em tudo idêntica à fronteiriça Capela de Santo Agostinho, mas cujo retábulo foi dourado apenas em 1998. Esta imagem é venerada em todos os mosteiros que pertenceram à Ordem de Santo Agostinho. Flanqueiam São Teotónio, São José e São Joaquim.

A entrada para a Capela Mor é feita através de um imponente arco de volta prefeita a que se chama Arco Crúzio. Acima deste, o frontão em cujo tímpano reside uma cruz. Neste Arco, ainda do lado da nave, podemos apreciar dois altares em sumptuosa talha barroca dourada.

O Altar do lado do Evangelho é o de Nossa Senhora do Rosário, cuja imagem até 1741 estava colocada naquela que é hoje a Capela do Senhor Crucificado. Até essa data este era o altar de Santo Agostinho. Sobrepujando-a um quadro ilustrando a recuperação da Santa Cruz pelo Imperador Heráclito. Existe na Paróquia um Livro de Actas datado de 1744, segundo o qual os padres dominicanos teriam criado nesta Igreja a Confraria do Rosário.




No Altar do lado da Epístola, mora a imagem de Santo António com as vestes de cónego regrante. À semelhança do anterior, é em talha dourada, e a encimá-lo está um coração em chamas, indicando que em tempos idos este seria o altar a Santo Agostinho. Desta feita, o quadro que encima e remata este altar representa o citado Imperador, descalço, carregando a Santa Cruz para Jerusalém.




Entramos na Capela Mor. O seu tecto em caixotões de pedra esculturados, é abobadado. No seu centro esculpido num caixotão maior está a imagem do cordeiro eucarístico sobre um livro. As paredes são revestidas a azulejo do séc. XVII. Todo o Retábulo Mor é uma obra de arte magnificentemente trabalhado em Talha Dourada. O Altar Mor, é emoldurado por um arco de três arquivoltas, sustentadas por dois conjuntos de duas colunas, uma redonda e outra quadrada, todas com motivos fitomórficos majestosamente trabalhadas. O seu tecto, em caixotões de madeira também trabalhada e dourada, é abobadado.



Possui ainda este templo, um belíssimo órgão de tubos da autoria de Arp Schinitger e cuja data inscrita dentro da sua caixa, 9/V/1701, atesta a antiguidade do mesmo. Embora possivelmente tenha sido anteriormente reparado, em 2000, por se encontrar em elevado estado de deterioração, este instrumento musical foi restaurado pela firma de Georg Jann.



73 comentarios:

Justine dijo...

Isto é bem mais do que um roteiro, é um tratado sobre o Mosteiro de Moreira. E que te obrigou a uma profunda investigação histórica!
Demonstras claramente o teu grande amor pela terra!E fizeste nascer em mim a vontade de visitar este monumento. Missão cumprida:)))
Abraço, amigo

Eugénio Tavares dijo...

Excelente trabalho amigo Duarte, vejo que fez um bom trabalho de investigação sobre o Mosteiro! É bom divulgar esta terra, pois noto por parte dos responsáveis antárcticos um profundo impasse, nomeadamente em alguns imóveis que ainda sobrevivem nesta terra, e que actualmente agonizam!
Cumprimentos.

Poetiza dijo...

Joaquin, hermoso paseo por tus letras llenas de belleza para mis ojos. Te dejo un beso amigo, cuidate.

Duarte dijo...

Justine,
o conforto das tuas palavras é a compensação justa ao esforço realizado.
Como já sabes este verão dediquei parte do meu tempo, mas com agrado, a meter-me a fundo na terra que me viu nascer. Lamentavelmente não existe onde obter informação: na junta não sabem nada e na Maia, mais do mesmo... uma pena.
Nem existe uma biblioteca pública! Estamos no século XXI! Sendo terra de intelectuais e de gente com inquietude cultural.
Começo a pensar que temos aquilo que merecemos.
Se estivesse ali!...

Se vais ao Porto não deixes de passar por Moreira, vale a pena que passes por este sitio, compensa!

Abraços de amizade

Duarte dijo...

Eugénio,
ante tudo o meu agradecimento pelas palavras de apoio.
Quando o meu primo esteve como Presidente da Junta, insisti bastante em alguns pormenores mas não foi possível, sempre o problema do vil dinheiro. Quando o primo do meu pai, Vieira de Carvalho esteve de Presidente da Câmara e dos Bombeiros, numa dessas oportunidades que encontrámos para falar, conclui que tinha muitas ideias, quase todas muito boas, mas todas dedicadas inicialmente à Maia. Aí sim evoluiu o concelho, mas no resto muito pouco.
A escola primaria está abandonada e com plantas a viver nos telhados. É certo que esteve alguns anos como Biblioteca e teve pouca concorrência, mas um sitio de cultura aberto ao público tem que estar bem apetrechado. Se necessitas dum livro e não está, tem que vir da Maia, perde interesse e acabas por não voltar. Tinham que estimular às crianças em frequentar a Biblioteca, mas deduzo que não se fez, nem se faz.
O mesmo está a acontecer com o edifício da Cooperativa, quantas recordações! Dá pena ver o estado agónico, como muito bem dizes, em que se encontra.
Isto e muito mais ((((((:

Um forte abraço

Duarte dijo...

Poetiza,
Sandra, muchas gracias.
Sabes cuanto te aprecio.

Un gran abrazo y mi amistad

Luís Coelho dijo...

Olá Duarte
Enquanto lia dizia aos meus botões:
- Tenho de ir lá, tenho de ir...
Parece que vasculhaste tudo para te fundamentares e contares sobre este mosteiro assim com tanta perfeição.
No Próximo fim se semana vamos ver o Alqueva e a ova Aldeia da Luz.
Havemos de passar pela vila de Monsaraz e ainda a herdade do Esporão e por último visitaremos Evora.
São dois dias que penso serão bem aproveitados.
Há tantas coisas bonitas que desconheço na totalidade....
Quem sabe se até final do ano não poderei passar por aí e ver essas maravilhas.
Obrigado pela partilha.

Eugénio Tavares dijo...

Duarte, na minha juventude fui sócio dessa biblioteca e corta-me o coração quando passo pela velha escola aonde a biblioteca estava inserida e vê-la no estado que actualmente está!
Cita outro imóvel, a Cooperativa Popular de Moreira da Maia, foi uma importante associação fundada em 1927, aonde quase toda a população se vinha abastecer, e não só, desempenhou um importantíssimo papel social na Freguesia, nomeadamente na atribuição de suicídios de parto e aos prémios infantis aos filhos dos seus associados, além da assistência médica!
Em resumo, para ter direito ao suicídio bastava ser sócio pelo menos há um ano e ter um consumo médio diário de 1$00 por cada pessoa de família durante o período de 12 meses anteriores ao parto.
Isso dava direito a receber, em géneros de consumo à escolha do sócio, o valor de 50$00 (€ 0,250). Este montante foi elevado para 75$00 (€ 0,375) a partir e 1 de Janeiro de 1946 e baixando o consumo médio para os $80 (€ 0.0040). Estamos a falar de valores da década de 50 do século XX!
Por isso, é triste e lamentável ver um edifício sóbrio e com uma frontaria toda em granito e situada na Rua Dr. Farinhote, a ser degradado dia a pós dia, sem que se vislumbre algum projecto que dê novamente vida a esse imóvel.

Um forte abraço.

Graça Pereira dijo...

Duarte
Gostei deste roteiro feito ao pormenor com todo o seu historial.
O Mosteiro ( e a sua Igreja) são dignos de serem visitados. Tanta coisa bonita que temos no nosso Portugal e tambem ao abandono como dizes e o teu amigo confirma.
É certo que o Vieira de Carvalho fez muita coisa mas...pela Maia!
Não me parece que o nosso Governo esteja interessado em recuperar cultura, arte, história...julgo que alguma coisa terá de passar por um grupo(filhos da terra e não só) que queiram fazer algo pelo nosso património tão vasto e tão mal tratado na maioria das vezes!
Irei visitar este Mosteiro, de certeza!
Beijocas e boa semana.
Graça

Duarte dijo...

Luis,
se vais por Moreira não deixes de visitar este belo reduto. Dependendo da hora do dia até pode que ouças o silencio, mesmo no exterior.
A Quinta, mesmo pegada ao Mosteiro, agora dedicada a outros fins, rodeada de extensos milheirais: quando se divisam desde Refonteira dão uma explosão de verdes incomparáveis.

Estou convencido que esse passeio por terras Alentejanas vai ficar para recordar, Já me contarás coisas.

Um grande abraço

Duarte dijo...

Eugénio,
o mesmo me passou a mim, ademais com as janelas, que eram grandes, cerradas a tijolo, dantesco!
Os meus pais foram sócios e eu fui um dos que recebi os famosos cem escudos ao acabar a quarta classe, eram entregados nas festas anuais aos filhos dos sócios que alcançavam essa meta. Eram depositados na Caixa Geral de Depósitos para ser disponíveis à maioria de idade. Era uma dessa acções sociais, como muito bem dizes: era o ano de 1954.
Nessa rua ainda vive parte da minha família.

Um grande abraço

Duarte dijo...

Graça,
então via-se, imponente, desde longe, causava impacto! Hoje os edifícios criados ao redor, mesmo distante, roubaram-lhe esse espaço.
Reconheço que o momento não é nada propicio, mas antes tampouco o fizeram.
Já me dirás a impressão que te causou. Não está sempre aberto, mas o padre mora em frente, numa casa sumptuosa.
Que tenhas uma boa semana e recebe um grande abraço

María dijo...

Hola, amigo Duarte:

Cuánta belleza desprenden todos tus posts, nos haces estar más cerca de allí, desde nuestra mirada, me ha encantado el paseo de hoy visitando los Monasterios.

Un beso, amigo, deseándote una feliz semana.

Duarte dijo...

María,
sé lo ocupada que estás y aún así has venido hasta Moreira. Gracias.

Este tipo de post tiene que estar así de elaborado. Todo es debido, en parte, a mi gran interés por la fotografía y la pasión por las artes.

Que seas muy feliz, siempre.

Un gran abrazo

São dijo...

O excelente trabalho de divulgação de património quer de Portugal quer de Espanha que tens vindo a fazer merece que os Governos de ambos os países te condecorem.

Apertado e aradecido abraço, meu amigo.

Duarte dijo...

São,
querida amiga, não é essa a minha pretensão. Aquilo que vejo e que considero interessante para vós, divulgo-o. E, neste caso, por tratar-se da minha terra.
Agradeço esse abraço, senti-o!
Beijinhos e a minha amizade

AFRICA EM POESIA dijo...

Não sabes de mim mas deixei mensagem noa amigos de Valecia andei a visitar o museu militaer.

Estou bem

Mas O Hoje às vezes é triste,

No sábado a nossa Isabel Montenegro do blog artista Maldito deixou-nos.
numa luta desigual , a morte é traiçoeira e não tem contemplações...

A Isabel está no céu isso eu tenho a certeza.
Hoje vou ao H. Militar e estava láuma amiga também a lutar com todas as forças com utra um cancro maldito. Quando eu estava no dentista uma vontade grande de chorar ainda disse ao enfermeiro esto a chorar devagarinho... a minha amiga acabava de morrer...

estou assim sem saber que fazer levei duas grandes pauladas muito depressa nem respirei.
O Hoje foi assim espero que o amanhã seja mais leve.
um beijo

Duarte dijo...

Lili,
espero e desejo que esse amanhã seja mais leve...
La sexta-feira o meu amigo Pedro também nos disse adeus: numa luta desigual, entrou e já não saiu, cheio de saúde, uma hemorragia interna que não foi possível detectar.
Sim, são más noticias que nos fazem chorar devagarinho, como tu dizes. O outono entrou triste.
Amigos de Valência não é meu. colaboro, e muito, mas não passo por lá com frequência.
Que descansem em PAZ.
Um abraço bem apertado, meu, para TI

Sara dijo...

Duarte,
enquanto ia apreciando as imagens e lendo as suas palavras comecei a fazer associações ao Mosteiro de Tibães, aqui em Braga. O Altar Mor é similar, também em talha dourada e um dos melhores exemplares do barroco em Portugal. Creio que as visitas a locais como estes valem muito a pena, pela riqueza cultural que guardam e pela atmosfera de tranquilidade que mantém.

Parabéns por mais esta bela reportagem e um abraço de Bracara Augusta!

Duarte dijo...

Sara,
ainda lá não fui mas está na lista. Foi divulgado no blog "cidade surpreendente" e gostei muito, mas este ano o tempo não deu: certos contratempos.
A auto-estrada passa perto e o aeroporto não está longe, mas a qualquer hora do dia o silencio é sepulcral...

Aceito o abraço e mando-te beijinhos desde "la tierra de las flores"

AdA... dijo...

Amigo Duarte, enhorabuena por tan bonito y documentado artículo. Es estimulante ver conqué cariño e interés elaboras tus entradas. Se nota que lo disfrutas y eso; es lo mejor de todo, porque, un buen trabajo, llena vacíos que así no pueden ocupar otras cosas, tal vez, menos interesantes y mucho menos bonitas.

Duarte, las piedras, dicen que hablan, que nos cuentan si las escuchas. En este caso, han guardado silencio para escucharte a ti encantadas; aunque estoy segura que hicieron, en este caso, su trabajo contigo, cual musas, digo;)

Un abrazo.

Duarte dijo...

AdA,
tus palabras están envueltas en halo de sabiduría que enamoran. Gracias por las palabras amigas :))
Lo mismo que te pasa a ti, o me introduzco en el tema o lo dejo estar pasando de largo, esta es mi filosofía de la vida ante las cosas a las que me acerco.

Querida amiga, estos muros graníticos saben mucho de lo que han escuchado silenciosos y, por veces, parece que murmuran. Han visto nacer e irse a sus vecinos, han disfrutado de sus penas y alegrías...
Dos hechos me han emocionado mucho entre estos muros: el día de mi primera comunión e cuando centenares de bocas cantaban a la virgen para que acabara la guerra, entonces fue Goa, Damão y Diu, pero después vino otra más sangrienta, Angola, Moçambique, y Guiné, sonidos que almaceno y que en el recuerdo producen escalofríos.

Abrazos de vida

María dijo...

Amigo Duarte:

Venía a desearte un feliz día ¿qué tal hace por allí? por aquí brilla el sol parece como si la primavera no quisiera alejarse.

Un beso.

Rosa dos Ventos dijo...

Fiquei siderada! :-))
Eu que tenho a "mania", salvo seja, que conheço pelo menos de nome quase todos os conventos e mosteiros do país nunca tinha ouvido falar deste...
E fiquei a saber tudo!
Estou como a Justine...tenho que lá ir!

Abraço e obrigada

Duarte dijo...

María,
Aquí, en Valencia, está haciendo frío, las temperaturas han bajado mucho. Acabo de llegar de clase.
En Moreira, según mi hermana, después de unos días de sol brillante, empieza a hacer bastante frío.
Escribe y dime por donde andas.
Besos

Duarte dijo...

Rosa,
no pude imaginar que te causasse tanto impacto. Fico contente por isso. :)))
Como tu viajas tanto e conheces o País de lés a lés, estava convencido de que já o conhecias.
Vamos a ver se combinamos, e quando estiver no Porto, vindes até à Invicta e levo-vos a Moreira.

Para mim foi um prazer.

Um grande abraço

La Gata Coqueta dijo...

La vida es un cuadro
que minuto a minuto
se va dibujando
y formas tomando

al contemplarlo
incrédulo y perdido
te sientes creyendo
que no va contigo

trina el mirlo
llora el cirio
ríe el ingrato
salta el incauto

y cuando
te das cuenta de ello
ya no hay retroceso
sigues contemplando
tu mismo cuadro...

=====

No quisiera
alejarme
sin antes decirte

que pases
un fin de semana
digno de un fiel recuerdo

ese es mi deseo
dando por hecho
que es el tuyo también...

María del Carmen

Duarte dijo...

La gata Coqueta,
María del Carmen, me encantan estas poesías tuyas hechas sobre la marcha. En algo se perecen a las que nos atrevemos a crear por San Juan en Porto. Gracias, querida amiga.

Estos versos te voy dejar,

agradeciendo tu osadía.

También para te desear,

paz, amor y alegría.


Claro que si, te deseo lo mejor y que seas muy feliz.

Abrazos de vida y buen fin de semana

Juani dijo...

UNO MAS PARA LA LISTA DE VISITAS
SALUDITOS

Duarte dijo...

Juani,
vale la pena. Cuando?
Besos

Dois Rios dijo...

Que beleza de trabalho, meu querido amigo! Que esmero! Que delicadeza! Que generosidade em fazer-nos conhecer mais essa relíquia!

Belo, rico e encantador passeio às custas de uma pesquisa primorosa e de elevada importância.

Aprendi mais. Conheci mais. Sou mais.

Muito obrigada por tudo o que nos ofereces, meu doce amigo.

Meu doce beijo,
Inês

Duarte dijo...

Inês,
muito obrigado, deixaste-me quase sem capacidade para reagir ante tantos vocábulos ricos em matizes de engrandecimento ao que faço.
É uma maneira de ser e proceder, sou assim: só a tecnologia me pode pôr limitações.
Essa foi a minha pretensão sem querer exagerar, que aquilo que faço possa contribuir a um engrandecimento nosso.

Agradeço com um doce abraço tudo o que de belo chegou a mim e que retribuo, se é possível, engrandecendo-o.

Navegar é preciso.. dijo...

Oi Duarte,

Adorei fazer esta visita guiada por você ao Mosteiro.
Parabéns!
Obrigada por sua visita ao meu blog!
Bjs1
Fatima

Manuela Freitas dijo...

Olá Duarte,
Esta postagem está impecável, até ao mais ínfimo detalhe. Aqui tão perto e nunca lá fui, nunca tinha lido nada assim tão aprofundado como o Duarte fez e sabe um dia destes vou lá, estou curiosa de ver tudo aquilo ao vivo.
Obrigada Duarte, arranjou-me uma passeios daqueles que eu gosto, com História.
Um grande abraço,
Manuela

Duarte dijo...

Fátima,
não é nada comparado com o muito que me fazes desfrutar com o que divulgas.
De todas formas obrigado.
Abraços

Duarte dijo...

Manuela,
é um prazer ver-te por aqui.
Enquanto o preparava deduzi que ia ser do teu agrado, precisamente por isso, ambos gostamos da historia contada.
Convém que passes à hora da missa para poder aceder ao interior. Em frente está a casa do Padre, por se quer ser gentil, eu não pude, desta vez, ver o interior e utilizei fotografias antigas.
Já me dirás a tua opinião.
Abraços de boa amizade

São dijo...

Querido amigo, eu sei que não fazes par seres agraciado, mas o mérito está lá e merece ser reconhecido, sim!

Um bom fim de semana para ti e para os teus.

Duarte dijo...

São,
só uma boa amiga se expressa assim, obrigado.
Faz-me feliz saber que é do teu agrado.
Um grande abraço

AFRICA EM POESIA dijo...

Duarte
Ando por aqui devagarinho. também os dentes me têm incomodado.
Um beijinho para ti pela partida do teu amigo.
A morte é uma coisa que me incomoda muito. não a queria...
mas ela é a única certeza que nós temos.
Ando entusiasmada a preparar o tal livro de familia ( a culpa é tua )mas...é bem complicado...


para ti um beijinho e bom fim de semana...

Duarte dijo...

Lili,
sim, a vida é assim. Mas foram duas pancadas fortes, uma encima da outra. Obrigado.
É complicado mas recompensa, verás que sim. Sei que vai ficar muito bonito...
Um grande abraço e bom fim de semana

tulipa dijo...

Só hoje pude voltar a fazer um post, mas tive que fazer de uma forma como "NUNCA antes tinha feito"...
isso originou que eu não posso escolher o tipo de letra, justificar o texto,
escolher a cor da letra, enfim...
um sem número de diferenças que não me agradam, de todo.

Quem sabe, não será este o ponto de partida para eu "desistir" da blogosfera...

Peço desculpa a quem me visita, se a aparência do post não for a mais aceitável, mas...muito sinceramente, não consigo fazer melhor.

Bom fim de semana.
Abraços outonais.

tulipa dijo...

HOJE

24 - OUTUBRO

DESEJO-LHE UM DIA MUITO FELIZ.

MUITOS PARABÉNS

AMIGO DUARTE.

Duarte dijo...

Tulipa,
passarei a verte e darei a minha opinião.
O que tinhas estava muito bem: bom já falamos!

Abraços e um bom domingo

Duarte dijo...

Tulipa,
querida amiga, o meu muito obrigado.
Espero que assim seja... são 24 horas, 365 dias que espero poder gastar... e bem!

Um grande abraço, de boa amizade

María dijo...

Amigo Duarte, ya lo hice desde Facebook, ahora lo hago desde aquí.

Muchas felicidades amigo, espero que tengas un feliz día y que cumplas muchos años rodeado de felicidad.

Un beso.

Duarte dijo...

María,
gracias, querida amiga, eres única, un ser excepcionalmente maravilloso.
Atesoro tus palabras, sé que son sentidas.

Besos y abrazos

Ana Martins dijo...

Boa tarde Duarte,
há muito que não passava por aqui, quem perdeu fui eu, mas vim ainda a tempo de poder apreciar estas maravilhas do nosso Portugal.

Beijinhos,
Ana Martins
Ave Sem Asas

Claudinha ੴ dijo...

Caro amigo, parece que estou visitando as igrejas de minha terra, os conventos e lugares de minha infância... Pudera... Foram os portugueses os fundadores da cidade.
Eu fico mais ume vez encantada com a história perpetuada em monumentos que resistem ao povo e contam a história de nossos antepassados!
Um beijo!

Duarte dijo...

Ana,
muito obrigado. Aparece sempre que te apeteça e posas.
Um grande abraço

Duarte dijo...

Claudinha,
tinha esta divida com a terra que me viu nascer. Aqui fui baptizado, fiz a comunhão, onde casou a minha irmã e onde se registram os momentos mais felizes e mais tristes da família... até um momento determinado das nossas vidas.
O som desses sinos recorre o espaço e chegava até à alma...

Um grande abraço

Poetiza dijo...

Joaquin, siempre es bello pasar a leerte. Te dejo un beso, cuidate mucho amigo.

María Jesús Verdú dijo...

Maravilloso lugar que, visitar a través de tu blog, es un placer. Como siempre, elaborado y exquisito post que me ha gustado mucho

ADiniz dijo...

Bom Dia

Uma passagem rápida e urgente
Pra desejar-te uma semana em Paz e cheia de amor feito esta Lua cheia.

Bjinhos
Belissimas fotos

MagyMay dijo...

Sempre aqui nos deixas...
Tanto trabalho, tanto carinho e dedicação.
Se todos fizesse-mos assim, um pouquinho, no dia a dia, o mundo era melhor...eramos melhores

Abraço de admiração

Manuel (Solrak) dijo...

Preciosas imágenes las que siempre nos muestras, haciendo que nuestras mentes se trasladen a ese lugar,esas imágenes junto con tus comentarios descriptivos del lugar y de su historia, complentan un fascinante recorrido.

Un fuerte abrazo amigo Duarte.

Duarte dijo...

Poetiza,
Sandra, eres la amabilidad personificada. Es un orgullo tenerte como amiga.
Un gran abrazo y cuidate mucho

Duarte dijo...

María Jesús,
muchas gracias, me alegra saber que te ha gustado.

Duarte dijo...

MagyMay,
esta maneira tão tua de expressão é algo que me encanta. Tens as palavras precisas para cada situação.

Abraço-te agradecido

Duarte dijo...

Manuel,
maravillado estoy con los versos que escribes y que tanto expresan: como los caminos y montañas de Asturias y León que devoras con la contemplación...

Un gran abrazo buen amigo

Duarte dijo...

ADiniz,
uma Lua que encharca os nossos corpos quando em plenitude.
Volta mas com mais tempo, convém!
Obrigado plena apreciação.
Beijinhos

Rodolfo N dijo...

Mi amigo, que privilegio leerte y conocer toda la maravilla que la historia de la humanidad nos lega...
Tu enorme calidad de cronista a veces me deja perplejo. Y es que debe ser algo idescriptible palpar la historia y deslumbrarse con todos los aconteceres que rodean esas piedras.
Gracias amigo, por permitirnos caminar por los senderos de la historia real y concreta que tanto nos deslumbra.
Un abrazo

Duarte dijo...

Rodolfo N,
querido amigo, tus palabras son tan elocuentes como ciertas.
Soy inquieto, siempre presto en aprender e investigar. No me gusta perder el tiempo, me quedo pensando cuanto estoy perdiendo.
No me gusta quedar con dudas y si puedo investigo en profundidad.
Piedras que vi desde muy niño, que fui descubriendo y saboreando esos saberes.
Grato, por tus palabras de ánimo, quedo.
Un fuerte abrazo

tulipa dijo...

Tenho-me queixado de não estar satisfeita com as novas regras de fazer um POST.
Aqui têm o meu último post e vê-se muito bem a diferença entre o anterior e este último.
Blog "MOMENTOS PERFEITOS":
Enquanto, no formato anterior eu podia colocar mais do que 1 foto, agora não permite colocar mais fotos, apenas UMA;
Enquanto, no formato anterior eu podia justificar o texto e ficar com uma excelente apresentação, agora fica completamente desorganizado, sem nenhuma apresentação;
Enquanto, no formato anterior eu podia escolher o tipo de letra, tamanho e cor, agora nada disso posso fazer...fica como o Blogger quer e EU NÃO GOSTO.

Daí que esteja a perder todo o interesse em continuar a fazer posts e tenho vontade de desistir da blogosfera.
Peço desculpa a todos que me acompanham, mas isto NÃO É ACEITÁVEL.

Se me puder "ajudar", agradeço-lhe.
Beijinhos da Moçambicana.

Duarte dijo...

Tulipa,
já te dei uma explicação no teu blog sobre este assunto: por dedução e experiência. Tudo se deve, creio eu, ao tipo de planilha que eleges.
Prova outra.

Beijinhos e paciência

São dijo...

Embora atrasados, aqui te deixo os meus parabéns amigos e o desejo de que seja muito feliz o teu futuro, meu querido companheiro!

Bom final de semana.

Duarte dijo...

São,
muito obrigado.
O mesmo desejo para ti, querida amiga.
Algum dia nos encontraremos por algum dos caminhos deste mundo.
Também um bom fim de semana para ti e um forte abraço

José Rodrigues dijo...

Parabéns pela sua dedicação à Maia e, em particular, a Moreira da Maia onde nasceu a minha mãe (Maria da Conceição de Sousa Moreira, conhecida pela Micas do Gontão) e seus cinco irmãos numa das que já foram as 2 casas do lugar de Gontão, aquela a que você também dedicou um espaço neste seu blog com fotografias preciosas dela e de outras casas de lavoura das redondezas.
A minha avó materna, Emília, era irmã ou prima direita (não tenho a certeza) da mãe do Dr. José Vieira de Carvalho, Almerinda (sepultada na capela da minha família, antes de ser trasladada para a capela do seu filho quando esta ficou pronta no cemitério de Moreira da Maia)..

Duarte dijo...

José Rodrigues,
ante tudo o meu agradecimento por palavras tão cálidas que conseguiram que me emocionasse.
Ali nasci e por ali andei até aos catorze anos. Vou sempre que posso, é terra que me ata, sinto-me cativo, na satisfação.
Conheci a Micas do Gontão, o Vieira de Carvalho era primo do meu pai, as mães foram irmãs. Que casualidade!
Quero escrever um livro sobre essa formosa terra. Já falei com alguns amigos, só falta tempo. Mas não desistirei na intenção.
A minha avó era a Arminda, das chinêlas, da rua das Guardeiras.
A padaria do Cedro do meu tio Avelino.
A drogaria do largo da estação, do meu primo Zeca.
A fábrica das tintas do meu tio João, da Rua das Oliveiras...
Terra cheias de velhas e belas historias, e muitas saudades...

Maria Fernanda Sobral dijo...

Boa tarde
Há muitoi que tentacva saber algo sobre este Mosteiro onde todos os sabados daço cateqwuese ás crianças. Muito embora o saudisoi Padre alcino me descrevesse alguma da sua historia eu achava muito pouco. Tudo o que eu lia também não satisfazia a minha curiosidade. Eu queria mais....
No proximo dia 20 de Setembro receberei nesta " minha santa terrinha" como carinhosamente eu denomino, um grupo de cerca de 50 pessoas oriundas de diversos pontos do Pais, desde o Alto Minho ao Algarve, e como sou muito ciosa da minha terra e das minhas gentes, terei de me habilitar com os conhecimentos bastantes para lhes fazer uma visita guia e explicativa à nossa catedral. e Tentando pesquisar encontrei este seu blog que contem tudo quanto eu queria saber e explicado de uma forma tão simples que nao restam quaisquer duvidas às pessoa menos letrada que o comsultem.Obrigada por isso.
Já Agora aproveito para com muitab tristeza lhe dar a connhecer os !assassinatos" que o padre que veio substituir o malogrado padre Murias de Queirós, vitima da anseia pelo protaginismo de muitas das pessoas que vagueiam pela Igreja e que se dizem segy«uidires de Jesus, mas que nais nao sãi que os fariseus da era atual, fez no nosso mosteiro.
Retirou a Pia batismal do sei proprio luhgar, fundo da Igreja e foi pespegá-la junto do altar de Santo Agostinho, contrariando os dtames do seculo XVIII, em que o batistério se situava no fundo da Igreja do lado esquerdo. depois resoolveu tirar o mobiliario do seculo XVII que se encontrava na sacristia, com excepção do armario de topo que foi feito no local com a madeira do Cedro gigantesco que esitiu no local que por esse motivo veio adquirir o nome de cedro, por um mivel, que embora bastante funcional, no aspecto exterior é de estilo moderno, o que para quase toda a polulação é uma aberração.
Depois continuam a existir os edificios publicos que tantas historias têm, degradados e fechados, embora algumas assicações os tivesse já pedido para ai instalarem as suas sedes. estou-me a lembrar por exemplo da banda de Musica que com a sua escola de musica onde as crianças a partir dos 7 anos podem frequentar e uma orquestra ligeira de tão alta qualidade que é digna dos palcos de um S. João ou S. carlos, e que lhes foi negado..Anquanto tivermos politicos que apenas vestem as camisolad dos partidos e as suas, ao invés de vestirem a da freguesia, Nada se faz..tenho muita esperança neste actual presidente da Junta...um engenheiro da Guarda, filho da natercia do Farinha, que nãi está na junta para defende qualquer empresa com contratos com a Canar pois trabalha na EDP...
Relativamente aos comentarios que vi sobre o Vieira de cartvalho, um filhoda terra e que nada fez, penso que o motivo deveria ter sido o sentimento muito mau e muuito feio que escuso-me aqui de referir mas que é um bocado conclusivo, quando lhe disser que eel nunca ganhiu eleições em Moreira, por isso os investimentos foram feitos todos eles no reduto Carvalhista, Castelo da Maia e Aguas Santas. Até a propria sede do concelho não teve grandes investimentos a não ser a Praça do Municipio, agorea com o nome dele, e por ser a sala de visitas teria de ser, e a roitunda do lavrador, todo o resto foi feito pela sociedade civil na execução das urbanizações..Agora Vermoim, sim, outrto reduto onde ele sempre ganhava, fez muita mas muita coisa...enfim....este P.C. agora é só pagar as dividas feits por ele.....
Desculpe este desabafo, mas tinha de o fazer....
Agradeço-lhe toda esta informação que já imprimi, sempre é mais facil de levar, e desejo-lhe toda a felicidade do mundo e continuee interessar-se por aquolo que é nosso e faz parte da nossa historia, é o que nos resta pata nos identificarmos como gente Lusa.
aceite os meus cumprimentos.
fernanda

Maria Fernanda Sobral dijo...

peço desculpa, mas verifiquei que tem varios erros, são de digitação, porque a maior parte das teclas não estão legiveis.
Peço desculpa.
fernanda

Maria Fernanda Sobral dijo...

peço desculpa, mas verifiquei que tem varios erros, são de digitação, porque a maior parte das teclas não estão legiveis.
Peço desculpa.
fernanda

Duarte dijo...

Maria Fernanda,
agradecido quedo pela informação na extensão do seu texto, ao que espero responder pormenorizadamente. Agora é só para dar constância da recepção e pelo interesse dado ao meu trabalho.
É totalmente legível e quanto a mim sem problema, o que espero que aconteça com os quase mil visitadores desta postagem. O que denota o interesse por tudo o que se faz pela nossa terra.
Com os melhores cumprimentos.

Duarte dijo...

Boa tarde, Maria Fernanda.
Nasceste em Moreira? Só por saber se pertences a alguma das famílias que conheço. Pelos apelidos deduzo que não.
Existem laços que nos unem, o amor a essa terra, onde nasci e onde vivi até aos 14 anos, e onde vou sempre que posso.
Tenho muito escrito sobre Moreira e Pedras Rubras. E tenho a intenção de fazer um livro no qual deixe testemunho de tudo aquilo que me contaram e o que pude ver, e aprender, dessa minha Terra.
Agora estou longe ta terra e só sei aquilo que amigos e família me vão contando.
Claro que me lembro da ubiquação da pia batismal. Tudo aquilo que seja alterar o que nos deixou o tempo, sem razão de fundo, é uma usurpação e, como tal, estou em total desacordo. Apoio aquilo que dizes.
Esse foi o cedro que o temporal derribou? Disso falo-me a minha avó.
E a escola de Pedras Rubras, onde estudei o ensino primario. Em ruinas. Uma vergonha.
Não existe uma biblioteca! Tive que oferecer o meu livro "Recordar é viver", que ia dedicado à biblioteca da minha terra, à biblioteca da Maia.
Existe uma solução, nas próximas eleições FORA, se não servem ao povo, para que os queremos lá?
Tenho interesse no que comentas do Vieira de Carvalho, era primo do meu pai, mas nunca cheguei a falar com ele. Pode ter sido por ausentar-me da terra... Outros falaram-me bem dele, mas desejo contrastar opiniões. Escreve-me um email, se não tens inconveniente. Obrigado.
Fizeste bem em desabafar, hoje pode fazer-se, felizmente...
As tuas palavras finais são o empurrão que necessitava. Já tenho algo escrito e alguma documentação, e vou proseguir.
Já me contarás como foi esse dia maravilhoso do 20 de Setembro, será uma data para arquivar.
Aceito os teus cumprimentos e dou-te um beijinho.
Joaquim Duarte