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domingo, 23 de enero de 2011

MUSEU DE AVEIRO







Este museu ocupa o que foram as dependências do Convento de Jesus, do séc. XV, onde ingressou em 1472 a infanta D. Joana, que era filha do rei Afonso V e onde morreu em 1490. Foi beatificada em 1673.






A fachada actual é do séc. XVIII. Foi criado em 1911 pelo erudito e crítico de arte Marques Gomes. Possui notáveis colecções de pintura, escultura, talha, azulejaria, ourivesaria e mobiliário.
Merecendo especial destaque o retrato da Infanta Santa Joana, atribuído à Escola de Nuno Gonçalves.
















O edifício conserva rasgos que o identificam com a vida conventual, como o átrio onde funcionava a portaria.
O claustro é do séc. XV mas está bem conservado. As colunas renascentista, as capelas decoradas com azulejos e a casa do capítulo, são prova disso.










O interior da igreja destaca pela beleza, em talha dourada, da capela-mor, finais do séc. XVI.






Nas paredes forradas com painéis de azulejos vêem-se seis telas representando momentos da vida de Santa Joana Princesa.







No coro, onde as religiosas assistiam aos ofícios litúrgicos, encontra-se o túmulo de Santa Joana, de gran belleza ornamental, elaborado com mármores italianos de diversas cores. O desenho é de Manuel Antunes, e nele trabalharam artistas portugueses. Em 1711 é quando foram colocadas as cinzas da Infanta.
Aveiro dedica uma festa religiosa a 12 de Maio (feriado municipal), efeméride da sua morte, que inclui uma peregrinação a este local.







Horario

Terça a domingo: 10:00 - 13.00, 14:00 - 17:30

Fecha às segundas




Contacto
Av. de Santa Joana Princesa
3810 - 329 Aveiro
Telefone: +351 234 423 297
Fax: +351 234 421749
E-mail: maveiro@ipmuseus.pt
Web: http://www.ipmuseus.pt/

sábado, 8 de enero de 2011

OS MOLICEIROS



Umas velas imensas
naquela quietude!
Água cristalina, prata,
no reflexo quebrado
das cores garridas
dos moliceiros.






O barco moliceiro é um tipo de embarcação exclusiva da ria de Aveiro, onde as águas do rio Vouga se juntam com as do Atlântico. De proa levanta, pintada com belo colorido e figuras ornamentais, de origem popular; com pouco calado, navegam pelas águas tranquilas dos canais que penetram na cidade.




Faz recordar as gôndolas venezianas e as embarcações da Albufeira de Valência. O que levou a baptizar a Aveiro como a Veneza do Atlântico. Uma comparação algo exagerada, mas que dá una certa ideia, pelo aspecto singular da cidade.




Os moliceiros eram empregados para carga e transporte, principalmente para recolher o moliço, uma alga marinha que era utilizada para fertilizar os campos de cultivo. Com a vela içada tinham um porte elegante e altivo. Actualmente são utilizados com fins turísticos e vão impulsados com motor