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domingo 8 de noviembre de 2009

AO MEU PORTO ( II )







Estás cheia de contrastes! Tens quatro perfis com os que gosto de deleitar-me, contemplando-te. Tomo como atalaias destacadas a ponte da Arrábida, a serra do Pilar, a torre dos Clérigos e os jardins do Palácio de Cristal.




É da Ponte da Arrábida que te dou o primeiro abraço quando chego, enquanto observo a tua sinuosidade marcada pelo rio por um lado e, pelo outro, a luminosidade dum anoitecer avermelhado, em concordância com a emoção que me invade. No abraço de despedida tento reter-te, sem poder evitar alguma lágrima, que se me esgueira pelo canto dos olhos até à boca para sentir o sabor salgado da tristeza.








Da serra do Pilar, observo-te pormenorizadamente, tento construir o meu quebra-cabeças pessoal da tua esbelta figura: em primeiro plano, a ponte de Dom Luís, lá em baixo o rio, sempre a espelhar, detrás a Ribeira, o Barredo, a Sé, o Palácio da Bolsa, as casas em anfiteatro até à Torre dos Clérigos, que parece que quer alcançar o céu. Do outro lado as muralhas Fernandinas, as Fontainhas, a ponte de Dona Maria, a do Infante e a de são João: agora é que temos pontes! Tudo é cor, tudo é belo, ainda que o Rui Veloso diga que é cinzento, eu digo que é verde e azul. As águas do Douro sarrafadas pela brisa ondulam, cheira a sável! Fascinas a quem te visita desde este ponto de mira, até pode que seja o melhor cartão de apresentação que tens.






Aqui, só ante Ti, sinto-me feliz, radiante: até uma suave brisa vem atenuar o que os raios de sol do fim da tarde castigam, por querer-te ver e sentir, com os tons vermelhos do fim do dia a entrar por mim dentro.




A princípios de Junho, com a vinda dos primeiros dias de calor, o pessoal começa a afadigar-se na preparação de tudo que está vinculado ao momento que se aproxima, o São João. Começas a engalanar-te, vestes-te de festa. Nas casas e nas ruas cheira a manjerico, a cidreira, e a alhos porros: mas também a rosas e a cravos. As ruas enchem-se de gente, já adornadas de balões e de música, é a nossa festa.
Somou-se á festa esse ruído, que para mim só deu som, e fez decair o romantismo, “os martelinhos”; que algum mal intencionado esgrime com excessivo fulgor; arremete sem ver a quem.






As Fontainhas, com a sua imensa cascata, espera a malta, que em romaria tenta chegar até lá, mas, como nem sempre se consegue, opta por ver o fogo desde qualquer sitio. Por fim o céu enche-se de luz e de cor, são as cores do São João! A ponte parece que sai duma nuvem de fumo e de fogo, cheira a pólvora. Nos outros bairros da cidade acendem-se fogueiras, ouve-se música: uns dançam, outros bebem, há alegria!
Para completar a festa são-joanina, e de certo modo para recuperar as energias perdidas, a mesa veste-se de gala; as sardinhas assadas, ou o cabrito assado, são bem regados com o bom vinho da terra. Tudo isto faz esquecer penas e une corações, do que se sente orgulhoso o bom povo tripeiro.







Quando desço das alturas da Sé até à Ribeira, dá-me a sensação de que estou a viver um sonho. És uma cidade de velhas escadarias de granito e grandes rampas, que caem para o rio em zig-zag. Um sobe e desce continuo, mas que estimula a imaginação: que vamos encontrar na próxima esquina? Tais sensações fazem-se latentes no Barredo. Mas também na Vitoria e nas Fontainhas.






Aqui nasce o burgo que te deu nome. Quanta historia destilam estas pedras! Num desses arcos podemos repor forças e degustar um dos manjares de maior tradição, as iscas, que regadas com um bom vinho verde fazer-se-ão inolvidáveis. É que aqui tudo tem outro sabor!





Uma olhadela para a ponte de Dom Luís que, desde essa perspectiva, pode ser o melhor estimulo para os sentidos. Estamos ante um empreendimento chave para o teu desenvolvimento. Um desenho empolgante que Teófilo Seyrig tão bem soube criar e que ademais se considera única no seu género.
A fúria do Douro atormentava as tuas margens todos os invernos, perigo hoje em dia parcialmente dissipado, ao estar controlado pelas barragens. Outrora provocou cheias para a historia que se podem comprovar num passeio pela Ribeira, donde late mais forte o teu coração tripeiro.






Assim nos chamam a partir do momento em que um jovem Infante, um nobre filho teu, que nasceu ali mesmo ao lado, pudesse ver concretizados os seus sonhos. Chamou-se Henrique, mais tarde, O Navegador, e menos mal que o fez! Pois, a epopeia que veio posteriormente, fez que um tal Luís de Camões se inspirasse, para escrever um poema épico, para orgulho de todos nós: Os Lusíadas. O preço que tivemos que pagar foi elevado, ficar desprovidos dos viveres principais, que o Infante embarcou para provisão dos seus homens. Só ficaram as vísceras em casa, e, assim, dar nome a um dos nossos pratos mais típicos “Tripas à moda do Porto”: recursos portuenses!


viernes 30 de octubre de 2009

AO MEU PORTO ( I )






AO MEU PORTO




Escrever-te, ademais de intimidade, é o desejo de transmitir-te a divulgação dos meus sentimentos mais íntimos para contigo. É nas distâncias curtas donde se pode intuir o verdadeiro grau de afectuosidade e satisfação em tal vinculação.




Cada vez que nos fundimos num novo abraço sussurro timidamente, não mudes muito, não percas esse encanto que tanto te caracteriza. Estás longe de ser a cidade que me cativou quando, sendo um garoto, te atravessava a pé da Trindade à ponte de Dom Luís, mas, ao introduzir-me nas tuas ruelas estreitas, cheira-me a Porto, sabe-me a Ti.




Sem duvida que a distância une. Uma vez mais se faz latente esse vocábulo que tanto nos identifica, saudade. Para notar fortemente esse nobre sentimento, não é preciso chegar muito longe, mas sim sentir na ausência a presença.
Tive que ausentar-me para atrever-me a expressar-te aquilo que sinto, a querer-te muito mais. Como não vejo a mutação diária, noto muito mais a mudança a que foste submetida. Algumas vezes parece que tropeço com a minha infância, e noutras, que estou em um sitio totalmente desconhecido. Aprendi a valorizar o muito que tinha: agora toco-te e apalpo-te só de longe em longe!
Só são duas sílabas, mas como aferram. Cada qual leva dentro de si as imagens da sua infância, juventude, ou dos sonhos dourados; e, no fundo, uma predilecção pelo que realmente é seu, que faz com que se mantenha viva a imagem retida, fazendo-a tão formosa como outrora.








Claro que já não me impressionam os edifícios da avenida dos Aliados, nem as obras da câmara, assim como as dos correios; contrastando com a sumptuosidade das muitas igrejas, com os azulejos a brilhar nas suas fachadas e, em especial, a obra de Nasoni, pela que sempre senti uma grande atracção.




As pedras da rua deram passo ao asfalto, algumas árvores desapareceram, os jardins cobriram-se de cimento: menos mal que os edifícios têm melhor cara; os de granito perderam o óxido, e os outros o verdete. Todo portuense, sentir-se-á, como eu, tão orgulhoso de Ti, de como te fazes grande com os anos, ainda que sejas um pouco menos nossa.





O coração do velho Porto não envelhece, de sabor castiço, donde quase não entra o sol, mas tu sim brilhas com luz própria.




Faço incursões para embeber-me do teu sabor; Cordoaria, Barredo, Vitoria, Ribeira... pressinto-te em cada esquina, tudo cheira a Ti.






Ao atravessar o coração dum velho Bairro, paro para contrastar, a imagem de como te conheci, com a de como te vejo: alucinante! Por um lado, o abandono a que chegaste, e, pelo outro, o muito que progrediste.







Quantas vezes, depois de tanto vagabundear por ruas e praças, experimentei por breves momentos uma ligeira inquietude, o desejoso de chegar a casa para poder plasmar no papel as vibrações percebidas naquele deambular entre ruas e vielas. Talvez uma visão? Um cheiro? Pura quimera! Mas sim a obsessão por entesourar tudo o que é teu.





Esta é a primeira de cinco entregas de "O MEU PORTO".
Este textro está protegido no Registo General de la Propiedad Intelectual, com o Número de Aciento Registral 09/2008/1801

viernes 16 de octubre de 2009

125 ANIVERSARIO ESCOLA INFANTE D. ENRIQUE



A centenária «Escola do Infante», uma instituição que assistiu às vicissitudes da fase inicial do lançamento do ensino técnico em Portugal, que viveu a última fase da Monarquia, o período da República e do Estado Nova, após o 25 de Abril de 1974 na constante busca de caminhos novos para o ensino técnico no século XXI, constitui uma fonte preciosa de ensinamentos, pelo que vale a pena meditar sobre o seu passado.








A Escola foi criada por um decreto de Janeiro de 1884 do ministro António Augusto de Aguiar, com o nome de Escola de Desenho Industrial de Vilar. Então ficado instalada no antigo Circo do Palácio de Cristal, anexa ao Museu Comercial e Industrial que ali existia. A 5 de Dezembro, desse ano, recebeu o nome do Infante D. Henrique, que manteve até hoje.
O interesse pelas prelecções aos cursos ali ministrados foi tal que, em Junho do ano seguinte, concorreram mais de meio milhar de jovens, sendo dez do sexo feminino. As limitadas instalações não permitiam absorver tantos pretendentes, havia que actuar.
A formação técnica que seguia em grande apogeu levou, dois anos mais tarde, a que o ministro Emílio Navarro desse inicio à criação duma formula com. os princípios básicos dum ensino de carácter prático, acompanhado de um trabalho manual apropriado às necessidades de cada especialidade.
De acordo com um esboço histórico do estabelecimento, em 1891, a organização de João Franco transforma-a conjuntamente numa escola Industrial completa, onde se ministra um ensino primário elementar, com desenho e trabalho manual educativo, e um curso geral complementar, preparatório para os institutos comerciais e industriais. Todas as reformas desde então implementadas pelo Poder Central atingem, desde logo, este estabelecimento de ensino que, no seu ramo, se converte paulatinamente numa das mais prestigiadas do país.
Para além do Desenho, vão-se implementando cursos de Lavores Femininas (1892), Artes Gráficas (1922), Prático-Electricista (1924) e Condutor de Automóveis (1925). Mais tarde Construção Civil, Química, Têxtil, e Radiotécnica.
Depois das instalações no Palácio de Cristal, a Escola Industrial do Infante D. Henrique transferiu-se para um edifício fronteiro ao Jardim da Cordoaria, contíguo à igreja do Calvário. Posteriormente, em Outubro de 1933, para as instalações que ainda hoje ocupa.
























Professores ilustres, e os que o não foram tanto, deram a este centro de estudo o prestigio merecido. Inesquecíveis os nomes de José Amador, Pinto da Silva, Pedro Homem de Melo, Paulino, “Carrapato”, “Electrão”, os Mestres Martins; assim como outros que a minha mente se nega em recordar.














Hoje posso afirmar com contundência que muito daquilo que sei aprendi-o ali, no Infante: do que me sinto orgulhoso.




Hoje




Aquela Rua da Torrinha!!!




Comemorações...


I

viernes 2 de octubre de 2009

RED BULL AIR RACE - PORTO



A acção veio ao Porto e apoderou-se de mim.




Pulsar no centro para poder ver as imagens de vídeo. Voltar a pulsar para obter imagens de grande formato. Impressionante!!!




Era o terceiro ano consecutivo e não a queria perder, fiz bem, vivi alguns dos momentos mais belos e mais intensos da minha vida.




























O Porto é uma cidade que cativa, ao separar-me dela é quando comecei a sentir a sua falta: coisas da saudade, tão nossas!










A Red Bull Air Race é uma modalidade desportiva recente – uma competição aérea – criada pela Red Bull, onde o desafio é conseguir fazer o percurso o mais rápido possível, desafiando a gravidade. Os melhores pilotos do mundo correm contra o tempo numa disputa homem a homem. Vence aquele que fizer a volta mais perfeita e o melhor tempo. É um desporto de alto desempenho, onde só os melhores pilotos do mundo podem competir.




O piloto mais querido na cidade do Porto é o Peter Besenyei, pelo menos quem tem mais fãs, pelo que pude apreciar ao vivo.








Aqui estão aqueles momentos vividos, passo a passo, para que desfruteis, eu já o fiz, ao fazer as fotografias e ao seleccioná-las para vós.
Estes aviões, ao ser dirigidos por cérebros exemplares, dão este resultados. A uma velocidade que se aproxima aos 370Km/h, a caminho dos 10G numa manobra de viragem, estes pilotos fazem com que se crie um compromisso fiável total entre o homem e a máquina.

Manobrar um avião, mesmo sendo especial, entre pórticos insufláveis, quase a roçar a água, é algo que só está ao alcance de uns privilegiados.
Tive oportunidade de conversar com o Alejandro e com o Peter, ajudado pela minha amiga Carla, e assim conhecer de perto a simplicidade e carisma de dois grandes pilotos : um dos fundadores e uma esperança.

Não ganha o avião mais rápido se o piloto não é o mais ágil em destreza e em como suportar a pressão.

15 pilotos, 15 heróis do campeonato do mundo, ante a mais exigente competição aérea.




Alejandro Maclean é o único piloto espanhol entre os elegidos...







Estamos ante uma máquina quase perfeita, Com uma fuselagem de seis metros e uma envergadura de sete, suporta um peso de quinhentos quilos para o que emprega uma potência de uns trezentos cavalos vapor.









Os obstáculos são: o voo horizontal nos pórticos azuis; o voo em lamina nos pórticos vermelhos e os ziguezague na chicane; tudo adornado com looping, meia cana, subida e caída em picado, caíada de asa, isto nas manobras giratórias, uma na ponte de Dom Luiz e a outra na Ponte da Arrábida. Alguns, como prémio, acabam com uma saída em parafuso, já nas alturas!... Para deleite de muitos e medo em alguns dos espectadores. As manobras incorrectas são penalizadas com tempo, em segundos.






































































As próximas probas vão ser em Barcelona, dias 3 e 4 de Outubro


domingo 20 de septiembre de 2009

ESQUADRILHA BREITLING

Quando tive conhecimento da presença dos Red Bull Air Race no Porto, dilatei a minha estadia para não perder a oportunidade de ver ao vivo uma das provas do calendário destes grande heróis do ar. Até então tinha-me que limitar a escutar o que os amigos me diziam, e ver o que me proporcionavam. Hoje posso dizer que já os vi actuar.
Enquanto preparo a reportagem dos Red Bull, deixo-vos como preambulo a demonstração acrobática proporcionada pela esquadrilha Breitling, antessala do grande espectáculo, que tiveram uma exibição exemplar.
Os looping, parafusos, caída de asa, voos invertidos, cruzamentos, tanto em voos individuais como em formação, foram surgindo enchendo de emoção, tensão, e intensidade, o céu da Cidade Invicta.






























Se foi do vosso agrado imagino como ficareis quando aprecieis o trabalho dos Red Bull...

lunes 27 de julio de 2009

BATALLA DE FLORES - 2009

La Batalla de Flores de este año nos trasladó a la Valencia de 1909, las carrozas y los participantes rindieron 
homenaje a la Exposición Regional Valenciana.




Uno de los actos de la Feria de Julio más populares, sobretodo por lo llamativo del evento y porque cierra todo el mes de fiestas, es la Batalla de Flores que tiene lugar en la Alameda.

Este acto nació en 1871 y consiste en un desfile de carrozas y calesas, todas muy bien decoradas con flores de todas las clases y que optan así al premio a la mejor carroza.

Fases por las que pasa la construcción de una carroza.
Gentileza de los Carroceros; Artes Pláasticas Guaita y Carrozas Sanchez.

Artes plásticas Guaita






















Carrozas Sánchez







El acto que cerró la Feria de Julio 2009 fue la Batalla de Flores que tuvo lugar el domingo día 26 a las 20 horas en la Alameda. Alrededor de treinta mil personas, entre asistentes y tripulantes de las carrozas, han sido testigos de ello y lanzaron más de dos millones de clavelones entre si en una batalla llena de magia en color y plasticidad.

Traslado





El la Alameda se desenganchan los tractores y se acoplan los caballos.

Empiezan los preparativoa para el gran momento; el desfile y la batalla.








"Paseando hacia el recuerdo" - Sucesores de Vicente Roda - 2º premio sección especial






"Himne Regional" - Carrozas Sánchez - 3º premio sección especial





"Pavelló Ajuntament" - Hepema - 1º premio sección especial






El premio extraordinario Barón de Cortes fue para la carroza "Centenari" obra de Enrique Burriel y Jordi Palanca.








"Mariposas" - Vicente Demets - 1º premio sección ordinaria A





Un caballo muy especial, "Rubio", sigue a su amo a todos los sitios: son de Cullera.


Con la llegada de los participantes se van ocupando las carrozas que empiezan a adquirir vida y color.



"Evocando a Sorolla" - Artes Plásticas Guaita - 4º premio sección especial






Fallera Mayor infantil y su corte de honor





Fallera Mayor infantil


Durante casi una hora la ciudad de Valencia regresó al año 1909, en un claro homenaje al centenario de la Exposición Regional. Tanto las carrozas como algunos de los participantes iban ataviados con indumentaria alusiva a la época.



Amigas de la poesía





Ataviadas de la época





Fallera Mayor de Valencia y su corte de honor






Grupa








Surgen desde el cielo los paracaidistas que aterrizan en el recinto, preparado para la batalla, la Alameda, y hacen la entrega a la Sra. Alcaldesa de un ramo de flores.






El desfile de carrozas se abrió con la colla de dolçainers Russafa que antecedían a las grupas.
Aparición los coches de caballos ligeros y las 28 carrozas: el recinto se inundó de formas e colores.
La mayoría de los participantes dedicaron sus carruajes a homenajear a la Valencia de 1909.







Este año hubo una novedad que arrancó un aplauso caloroso del público el desfile de una Unidad de Caballería del Reino de Costas y Fronteras de 1909 que en su día flanquearon al rey Alfonso XIII durante la inauguración de la Exposición Regional en Valencia.





Tras la entrega de premios, el disparo de un “tró d'avís” se desató la locura y la diversión. Una tupida cortina de flores amarillas y naranjas invadió el paseo de la Alameda. Los integrantes de las carrozas se protegían como podían con sus raquetas, pero sin dejar de replicar… la batalla estaba abierta…











Una “mascletá“ de color, a cargo de la Pirotecnia “El Portugués”, puso el broche de oro a la FIESTA.






FIN



lunes 6 de julio de 2009

MUSEO DE LA CIUDAD - VALENCIA


Fachada del antiguo Palacio de los Condes de Berbedel

En el Museo de la Ciudad, que es propiedad del Ayuntamiento de Valencia, se expone una selección de las ricas colecciones artísticas municipales.



Busto del pintor Joaquín Sorolla, autor Mariano Benlliure


Detalle de la escalera principal


Entrada de la exposición permanente de Adolfo Azcárrega

Su ubicación en el antiguo Palacio de los Condes de Berbedel, anteriormente del Marqués de Campo, un interesante ejemplo de la arquitectura señorial valenciana, constituye un aliciente añadido a la visita al Museo de la Ciudad.



Cúpula


Relieve de la ornamentación del Palacio


Vestíbulo del Palacio

Este Museo es una autentica joya. Inexplicablemente desconocido por muchos valencianos, es de una visita obligada.
Visitar este bello Palacio, es el reencuentro con nuestras raíces, a través de la obra de os grandes artistas de la tierra.



Mueble vitrina con abanicos de diversas épocas


Maestro Serrano, autor Mariano Benlliure


Lámpara de la sala de armas


Retrato de Enriqueta Soler, obra de Agustín Almar


Detalle del cuadro, Inmaculada Concepción y San Miguel Arcángel, obra de José Vergara Gimeno

Pinturas, grabados, esculturas, monedas, cerámica, medallas, objetos ornamentales y demás enceres, que hacen con qua la visita sea agradable y enriquecedora.



Salas de arte contemporáneo


Sala de arte contemporáneo


Rincón de la sala de arte contemporáneo


"Fascinar", acero inoxidable, de Carmen Calvo



Tors de dona - pedra - autor, Alfons Perez Plaza, Catarroja


Desnudo, autor Salvador Tuset Tuset (1883-1951)


La bailaora, de Antonio Sacramento


El niño pescador, bronce, obra de Manuel Silvestre Montesinos, Lliria


Homenaje al centro de Valencia, autor, Juan de Ribera Berenguer

Además, el recinto acoge muchas exposiciones temporales, cuya información viene referenciada en las páginas de Agenda de la web municipal. www.valencia.es



Puerta balcón del Palacio


Vista del patio de armas, desde el interior

Datos de interés:

Emplazamiento: Plaza del Arzobispo, 3
Teléfonos, 963525478 – ext. 4126 – 4127



Patio de armas


Ventanas con vistas al patio de armas

Horario de visita
De martes a sábado de 10:00 a 14:00 y de 16:30 a 20:30
Domingo, festivos incluidos, de 10:00 a 15:00
Lunes cerrado

Sábados, domingos e festivos la entrada es gratuita. Los demás días dos euros.



Salida del Palacio

Texto: departamento del Patrimonio Artístico Municipal. A destacar, a inestimable colaboración, en los textos a pié de foto, de doña María Barceló.
Resumen del texto, comentarios y fotografías: Joaquín Duarte y de Silva