martes, 15 de junio de 2021

CASTRO MARIM E O CASTELO

 


O concelho de Castro Marim, no distrito dE Faro na Região do Algarve, muito perto de Vila Real de Santo António, está limitado ao Este por Ayamonte (Espanha)

Os naturais ou habitantes de Castro Marim denominam-se castro-marinense. A origem deve estar relacionada com “a fortificação de Marino”



    

Pensa-se que o concelho de Castro Marim teria sido habitado por Fenicios, atraídos pelo cobre e pelo estanho. Posteriormente, foi também de domínio árabe, até 1242. Em 1319, tornou-se o quartel-general dos Cavaleiros de Cristo, ordem militar de grande importância nas primeiras viagens dos Descobrimentos. Em inícios do século XV, o Infante D. Henrique, o Navegador, foi nomeado Governador da Ordem e residiu no Castelo de Castro Marim: mandado construir no século XIII por D. Afonso III.






Este concelho está englobado na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim-Vila Real de Sto. António, de grande interesse biológico, sob múltiplos aspetos: ecológico, botânico, ornitológico e ictiológico. É uma zona influenciada por fatores económicos regionais: pesca, exploração de salinas e turismo. 








No século XVII, consequência das guerras da Restauração, D. João IV mandou restaurar e ampliar o castelo com novas fortificações, como o Forte de São Sebastião.
Em XVIII, o terramoto ocorrido em 1755 em Lisboa afetou e destruiu grande parte da vila e respetivas muralhas.

 



Oásis cristão desde a tomada aos mouros pelo fronteiro-mor Paio Peres Correia, o castelo e a vila de Castro Marim conheceram amplos privilégios e ações de povoamento por parte dos primeiros monarcas portugueses. D. Afonso III terá construído a nova fortificação. 

A necessidade de manter este posto avançado da reconquista, vulnerável aos múltiplos ataques costeiros, explicam o foral de D. Dinis, em 1282, e a doação do castelo à Ordem de Cristo.
















Em 1640 D. João IV procedeu à remodelação e aumento das fortificação mandando também construir, no cabeço fronteiro, o forte de S. Sebastião.
Alberga a povoação e o denominado Castelo Velho. 

Dentro destas muralhas erguem-se as ruínas da antiga igreja matriz, de S. Tiago, datada do século XIV e as ruínas do palácio dos condes de Soure, alcaides da vila.














E este lindo felino que me esteve a controlar durante a reportagem...



lunes, 31 de mayo de 2021

CULLERA

 


La ciudad de Cullera se encuentra situada tan sólo a sólo 38 km. al sur de la capital Valenciana, a orillas del mar Mediterráneo. 

Está constituida, mayoritariamente, por una extensa llanura, cuya principal prominencia es la Montaña de Cullera, con una cota de 235 m. Se encuentra regada por el río Júcar que desemboca en las afueras de la ciudad.











Entre el importante patrimonio histórico-artístico que atesora esta ciudad destaca: el Castillo y el Santuario de la Virgen del Castillo; la Torre del Marenyet; la Torre de la Reina Mora; la ermita de Sant Llorenç; la Iglesia Parroquial de los Santos Juanes; la Cueva Museo del Pirata Dragut (Museo de la piratería); el Museo de Historia y Arqueología; el Refugio-Museo de la Guerra Civil y el Museo del Arroz















Sus playas de arena fina y dorada, muy bien cuidadas, nos brindan la oportunidad de disfrutar de las cálidas aguas del Mediterráneo.  Desde las más urbanas y concurridas como San Antonio y Racó, a las semiurbanas como las de Marenyet o Brosquil. Además de poder practicar deportes acuáticos en Cap Blanc e incluso de buceo libre en la idílica playa del Faro, o la playa del Dosel con sus cordones dunas y finalmente poder practicar el naturismo en la playa del Mareny de Sant Llorenç.















Su clima es muy agradable con temperaturas anuales superiores a los 17ºC y sus 15 km. de playas y acantilados, conforman el conjunto natural de gran belleza paisajística.

Sin olvidar la gastronomía que es, sin lugar a dudas, entre sus arroces y pescados, destacable, ya que la cocina mediterránea es una de las más deseadas y admiradas por sus saludables e inigualables cualidades.