lunes, 29 de noviembre de 2010

É OUTONO!


Chegou o Outono!
O sol espreita retraído,
cobrindo a cidade de ocres
e sombras inclinadas.
O ar vai-se pintando de fumo
que a humidade deixa desenhar
em boladas de mil formas;
enquanto os braseiros
vão aquecendo o corpo.
Já se percebe o cheiro,
que invade o Porto,
a castanhas assadas…
Stª Catarina, Boavista,
Praça dos Leões,
Ribeira ou Foz.
É a magia do Outono
que da infância guardo,
no culto ao São Martinho,
com vinho novo e alegria!



ES OTOÑO

¡Llegó el otoño!
El sol acecha retraído,
cubriendo de ocres la ciudad
y de sombras inclinadas.
El aire se va pintando de humo
que la humedad deja dibujar
en voladas de mil formas;
mientras los braseros
van calentando el cuerpo.
Ya se percibe el olor,
que invade Oporto,
a castañas asadas…
Sta. Catarina, Boavista,
Praça dos Leões,
Ribeira o Foz.
Es la magia del otoño
que de la infancia guardo,
en el culto a São Martinho,
con vino nuevo y alegría!

71 comentarios:

Luís Coelho dijo...

Gostei deste Outono, deste Porto e destas cores.
Como é bom cantar a vida nestas pequenas maravilhas que todos os dias acontecem.

Obrigado Duarte pela visita e pelo comentário. As tuas palavras sabem bem e trazem um perfume que acalma nestes dias que nos obrigam a adaptar às novas correntes e mentalidades.

Aceita o meu abraço na esperança de um dia nos encontrarmos à lareira para falar longamente.

Basta juntarmos mais um pouco de lenha e não deixarmos que as chamas se apaguem de vez.

poetaeusou . . . dijo...

*
amigo,
adorei o poema, e como
está presente o homem das
castanhas, respondo-te,
com a Lisboa, que eu amo !
,
Na Praça da Figueira,
ou no Jardim da Estrela,
num fogareiro aceso é que ele arde.
Ao canto do Outono,à esquina do Inverno,
o homem das castanhas é eterno.
Não tem eira nem beira, nem guarida,
e apregoa como um desafio
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais amor p'ra casa.
,
In-Ary dos Santos,
,
um abraço,
,
*

Maria dijo...

É Outono mas já faz um frio de Inverno. Imagino por aí como estará.
Apetece uma castanha assada e um chá para aquecer.

Um abraço.

Duarte dijo...

Luís Coelho,
uma boa ideia, aceito o convite: há quanto tempo que não desfruto dessa bela singularidade!
Aceito esse abraço cálido e deixo-te outro.
Sou dos que deita lenha ao fogo para manter a chama viva...

Duarte dijo...

Zé,
Também gosto da de Lisboa mas amo a do Porto... obviou, querido amigo...

Sou apreciador da obra poética deste poeta e conhecia o poema. Obrigado por recordá-lo aqui, bem mesmo a propósito!

Um grande abraço

Justine dijo...

Outono sem castanhas assadas a serem vendidas na rua, não é outono que se preze!! Ao olhar a tua foto quase sinto o cheiro delas:)))
Abraço grande

Manuela Freitas dijo...

Olá amigo Duarte,
O Outono tem beleza...as castanhas assadas (já as referi no blogue e tu comentaste), as árvores que vão tomando tonalidades cheias de encanto...enfim, mas não como o dia que está cá presentemente, não é de Outono é de Inverno! Chove persistentemente e está muito frio! Com certeza lembras-te como é desagradável certos dias invernosos no Porto, onde a humidade parece entrar pela pele dentro!...
Parabéns pelo poema!
Um grande abraço,
Manuela

Duarte dijo...

Maria,
aqui também já chegou o frio. Hoje os termómetros não subiram dos oito graus, e chove.
Acabas de abrir-me o apetite, vou assar umas castanhas, mas continuo a gostar mais das dos fogareiros... sabem muito melhor.

Abraços

Duarte dijo...

Justine,
este post, fora da linha habitual, é devido, precisamente, à causa efeito da foto, tirada à dois anos na rua de Santa Catarina do Porto. Que boas que estavam aquelas castanhas! Tenho castanhas em casa e agora mesmo vou assar umas poucas com o microondas.
Um grande abraço

Duarte dijo...

Manuela Freitas,
emocionaste-me com a tua apreciação amiga e as palavras que me aproximam à origem. Claro que me lembro, mas aqui hoje também faz frio. Aquela morrinha persistente que, com a ajuda do vento, entrava por todos os sítios. Valência também é uma cidade com muita humidade, o que faz que o efeito térmico cause arrepios.
Um chi coração

Sara dijo...

Mi querido Joaquín, ¿llegó el otoño? aquí ya marchó y se acercó el invierno, está nevando a todo nevar y está todo cubierto de blanco, como la noche siga así....mañana amanecemos tapaditos.
Esa imagen tuya....ummmmm que gustito...esos puestos de castañas calentitas...o garrapiñadas...o chocolate calentito....que con nuestro panorama invernal....la verdad es que se agradece mucho.
abrazotedecisivo lleno de cariños y también de nostalgias de la infancia....aunque sigo ahora cada año acercándome a esos puestos de castañas y están riquisimas y las disfruto igual que cuando era niña.
Muacks y muy buena semanita

Duarte dijo...

Sara,
gracias, querida amiga, por tus afectos.
Como vi el otoño se marchaba sin que lo mencionara, lo que nos es frecuente en mi, quise rendirle este pequeño homenaje acercando a él y a mis orígenes.
Me encantan las castañas calentitas y tintadas de humo.
Acoge agradecido tu cálido abrazo y me alargo en él.
Besos y que tengas una feliz semana sin nieve

Steki dijo...

Qué linda descripción, JOaquín! He podido entender bastante. Por acá ya se está yendo la primavera.

Un beso para ti.

BRANCAMAR dijo...

Duarte,

Que belísimo texto poético!
Adorei e conheci logo o carrinho das castanhas e a rua.
É realmnete um epectáculo nesta época pelas ruas do Porto, o fumo das castanhas e o seu belo sabor.

Lembro-me ainda dos assadores de castanhas da minha infância, houve um que era figura característica, muitos anos, só há pouco tempo desapareceu e nunca me esqueço desse senhor.
Saudades.
Beijinhos
Branca

Duarte dijo...

Steki,
lo voy a traducir para que resulte más fácil.
Vendrá el calor y para nosotros el frío.

Un gran abrazo para ti

Duarte dijo...

Brancamar,
Branca, são essas belas e inesquecíveis vivências que me levaram a proceder assim.
Também me lembro dum senhor que as levava num saco ao ombro, mas estas estavam assadas no forno: não pintavam as mãos de fumo...
A nostalgia induz ao poético, inevitável!

Um grande abraço, já com saudades

Sara dijo...

As memórias de infância ficam entranhadas em nós e são acordadas por imagens que nos fazem viajar no tempo. Como são poderosas! Positivamente poderosas, neste caso!

Um abraço e bons dias de Outono!

Dois Rios dijo...

Ah meu amigo, que poema mais lindo!

São essas ternas lembranças que, de fato, dão o real sentido à nossa vida.

Eu bem posso compreender a magia que o Outono lhe causa pois, assim como você, sinto até hoje os felizes cheiros da minha infância.

Beijos, meu querido,
I.

Graça Pereira dijo...

"Quentinhas e boas"...ali na Boavista para aquecer as mãos e o corpo! A fumarada lembra o quentinho e a alma fica mais aconchegada!
beijo
Graça

Rosa dos Ventos dijo...

Belo o Outono da tua infância!

Abraço

Duarte dijo...

Sara,
as tuas exclamações, são aquele impulso indelével, que tanta falta faz, numa actualidade que tanto fustiga. Obrigado.
É o poder das boas recordações.
Um grande abraço e que o que nos falta de outono te seja plácido

Duarte dijo...

Inês,
é a nostalgia dos tempos idos, adorados e adoráveis.
Como diz o meu amigo Victor -Duarte, es o último romântico...
Se o compreendes sinto-me a mar de feliz.

Beijinhos e a minha admiração: es imensa...

Duarte dijo...

Graça,
a castanha tem que suar e escaldar para saber bem, essa é a única maneira de que sejam assim de boas, como tu expressas. Depois estão as castanhas glacê, uma caricia para o paladar.
Beijinhos

Duarte dijo...

Rosa,
excelente o teu ponto de vista, querida amiga: acertaste.

Abraços

Duarte dijo...
Este comentario ha sido eliminado por el autor.
lita duarte dijo...

Duarte,
mágico outono.:)

Beijos.

Duarte dijo...

Lita,
gosto da apreciação. :)))

Beijinhos

Floreal dijo...

Maravillome don Joaquín de su talento, gusto y trabajo.
Espero que nos veamos pronto
Un abrazo

Duarte dijo...

Floreal,
claro que si, buen amic.
Tenemos pendientes varias cosas que espero me días como las resolvemos.

Un gran abrazo

Juani dijo...

HASTA SENTÍ EL AROMA DE LAS CASTAÑAS SIMPLEMENTE LEYENDO TU POEMA, PRECIOSO MI QUERIDO AMIGO
SALUDITOS

Duarte dijo...

Juani,
te quiero un poquito más... me has emocionado!...
Um chi coração

AFRICA EM POESIA dijo...

DUARTE


Obrigada pela tua presença.

este numero existe porque tenho amigos como tu...

sempre vens????

Duarte dijo...

Lili,
satisfaz-me saber que é assim.
Já te avisarei.

Besos

Poetiza dijo...

Joaquin, hermoso poema. El Otoño es la estacion mas bella para mi. Un placer recorrer tus letras y sonreir. Te dejo un beso, cuidate mucho amigo.

Duarte dijo...

Poetiza,
Sandra, hasta en esto coincidimos: soy de otoño y me gusta el otoño.
Besos y abrazos y, cuidate...

lita duarte dijo...

Oi, Duarte.

Bom final de semana.

Beijos.

Duarte dijo...

Oi, Lita,
que tenhas um excelente fim de semana...:)))

Um grande abraço

Rodolfo N dijo...

Preciosas letras que dan colo y calor de nostalgia y preparan el alma para entibiar el más frío invierno.

Un abrazo amigo!

Duarte dijo...

Rodolfo N,
en el preciso momento en que tu acabas de contemplar la primavera para entrar en los calores del solsticio del verano.
Un gran abrazo

La Gata Coqueta dijo...

Días de descanso que Diciembre nos empieza a permitir para reunirnos con familiares y amigos e ir despidiendo el año que nos a traído de todo menos lo que a veces hemos soñado...

Pero como es de sabios aceptar lo que nos llega hay que conformarse siempre y dar gracias por atesorar buena salud que en el fondo es lo único que importa.

Yo estos días los estoy disfrutando plenamente en mi tierrina asturiana, aunque de agua ya estoy un poco o más bien bastante harta, pero en el fondo me alegra porque por algo dicen que es paraíso natural, por el verdor de sus montes y prados que despiertan los sentidos visuales cuando son contemplados...

Este es el motivo por el cual ando un poquito retrasada en pasar a visitarte, pero como el turrón de Navidad siempre llego y nunca olvido...

Espero y deseo que tu también estés disfrutando de esta bella semana dejando que el corazón se sienta inmensamente feliz.

TQ

María del Carmen

Duarte dijo...

La Gata Coqueta,
María del Carmen, me encanta Asturias, la recuerdo tan verde, siendo verano! Recorrí toda la costa desde Luarca hasta San Vicente de la Barquera... y el resto de Cantabria... que maravilla! Por el interior todo lo más importante y, como no, la Santina...
Estuve hospedado en el Parador de Cangas de Onis.
No te preocupes, quiero que seas muy feliz.
Um gran abrazo, pleno de afecto

Silenciosamente ouvindo... dijo...

Obrigada Duarte pela visita ao meu
blogue e comentário.
É sempre um prazer vir aqui.
Beijinho

Duarte dijo...

Silenciosamente ouvindo,
aqui te espero sempre...
Beijinhos

rendadebilros dijo...

Sempre bons retratos da nossa terra, em fotos e palavras!
Abraço.

Duarte dijo...

Rendadebilros,
como os que fazes tu: tens-me impressionado... essa neve!
Abraços

Navegar é preciso.. dijo...

Oi Duarte,
Lindo poema! Eu adoro o Outono a luz, as cores ocres, o frio ao amanhecer e ao entardecer nos fazem refletir sobre a poesia que é a vida!
Bjs!

Duarte dijo...

Navegar é preciso,
obrigado.
É a estação do ano que mais gosto. Tenho escrito muito sobre o outono, inspira-me. Neste blog escrevi, há anos, um artigo sobre o outono, passa e diz-me que te parece.
Beijinhos

AFRICA EM POESIA dijo...

Duarte

És o meu Anjo Salvador

Obrigada por isso,

Un besito mui forte.

mdsol dijo...

Poesia da memória
E as saudades em versos.
Será?

Grande abraço, caro Duarte

:)))

María Jesús Verdú dijo...

Al igual que tú opino que el otoño tiene una magia especial y no tiene porque ser melancólico, al contrario, el contraste de colores, la hojarasca, como dices tú, las castañas asadas... forman parte, sin duda, del sabor de esta estación. Me agradó leerte, como siempre, visitarte resulta una bendición. Saludos

MagyMay dijo...

... e agora, imaginar por aí um vendedor de castanhas com um carro azul, com um assador a fumegar...
Vamos comprar umas castanhinhas Duarte?

...é que as coisas boas da vida são tão simples...

Abraço, Abraço

Duarte dijo...

Lili,
Eres un ser maravilloso!...
Fui de Anjo numa procissão, promessa da minha avó Arminda: depois, perdi as as asas. Mas também cheguei a voar, perto da tua casa...
Un abrazo muy fuerte, buena amiga

Duarte dijo...

Mdsol,
assim é, porque assim foi, querida amiga... assim como naquela gélida manhã de Janeiro na Fnac que alguém até perdeu o carro. Gosto de esgadanhar na memória...
:)))
Um grande abraço

Duarte dijo...

María Jesús,
has hecho que se asuman a mis mijillas los colores otoñales... que bien que escribes!
Me alegra mucho que coincidamos en algo más.
Gracias.
Besitos

Duarte dijo...

MagyMay,
... simmmmmmm!
Gosto imenso de castanhas, assim como da tua espontaneidade. Como levantam a moral palavras assim!
Dentro duns dias se tu queres... podemos... estarei mais perto...
Um chi-coração

mundo azul dijo...

_________________________________


...fiquei com vontade de comer as castanhas... Adoro todos os tipos de castanha, mas nunca as comi assadas...Deve ficar uma delícia!

Seu poema é um retrato do que lhe vai no coração... Gostei demais!


Beijos de luz e o meu carinho!!!

_____________________________

Lena dijo...

Bonito poema Duarte,

Senti esse outono em novembro na Nazaré,
essas cores outonais,
e o ar fresquito,
e as castanhas quentes e boas
mas preferio os figos passados com nozes, tb são desta altura...

Beijos coloridos

Duarte dijo...

Luz,
necessitava de ler-te, possuis o dom de cativar. Obrigado, lindo o que dizes.
Gosto imenso de castanhas, por onde passo como castanha, se é a época. Grandes como as que comi em Roma, até agora em nenhum sitio, mas sabor como as da minha terra, em nenhum.
Anda para cá e levo-te a comer castanhas ainda quentinhas, verás que delicia, ainda que acabes com os dedos pintados de cinza.
Se nunca comeste castanhas assadas vou-te dar uma formula rápida e muito simples. Não ficam tão boas como as que se comem assadas nas brasas, ou no forno, e não digo as "Marrón Glacé", uma delicia para os sentidos, para quem gosta do doce.
São as castanha assadas no micro-ondas. Colocas as castanhas com um pequeno corte, para que não rebentem, no micro-ondas durante 50 segundos, (aumentar o tempo de acordo com a quantidade) à potência máxima, deixas que arrefeçam um pouco e a comer... quentinhas e boas: bom apetite.

Um grande abraço e o meu afecto

Duarte dijo...

Lena,
eu também gosto muito, aliás como de todos os frutos secos, mas a minha debilidade continua a ser as castanhas assadas nas brasas.
Imagino o feliz que foste na Nazaré...

Um chi-coração

Manuel (Solrak) dijo...

Duarte, amigo, hace algún tiempo que no te comento, perdoname, pero como has podido leer en el blog de Sara, tenemos serios problemas en el sector que de de comer a mas de 30.000 personas en estas cuencas mineras, y estoy algo liado con mivilizaciones para defender todo esto.

Disculpame y te visitaré.

Duarte dijo...

Manuel,
amigo, estoy siguiendo de cerca vuestros movimientos, que desde aquí apoyo. Muchos ánimos y que todo salga como es vuestro deseo.
Un gran abrazo

Graça dijo...

Duarte, desculpa-me só agora ter vindo devolver uma visita tua ao meu 'palco' Gostei imenso do que vi por aqui. E também adoro castanhas assadas, comidas na rua, em dias cinzentos :)).

Beijinho e bom fim de semana.

Duarte dijo...

Graça,
agradeço a visita, aparece sempre que queiras e possas.
Romântica, é como te tenho de definir... comer castanhas assadas na rua, em dias cinzentos, que bonito! Posso ir também?... :)))
Um grande abraço e bom fim de semana

María dijo...

Hola, amigo Duarte:

Hoy compartes unos bellos versos donde se transmite el olor a otoño y a esas castañas asadas que calentitas se agradecen.

Amigo Duarte, te deseo una feliz navidad, para ti con todo cariño, amigo. Un beso.

Duarte dijo...

María,
ya estamos a las puertas del solsticio del invierno lo que hace que las castañas aún sepan mejor, cuando bien calentitas.

Felices fiestas y un gran abrazo

María Jesús Verdú dijo...

Querido Duarte:

Paso por tu blog, uno de mis favoritos, pero eso tú ya lo sabes para desearte unas felices fiestas en compañía de los tuyos y un próspero Año Nuevo

Duarte dijo...

María Jesús,
gracias, querida amiga, por la deferencia.
Te deseo un buen Año 2011
Abrazos

Manuel A Lopes dijo...

Parabéns.Bom ano

Augusta dijo...

Querido amigo, és um poeta!
É lindo o Outono, é magia no ar.
É esta magia que tu transmites no que escreves...
...e eu acrescento...
O Outono já chegou - aos arrufos do vento
as folhas num desmaio embalam-se pelo ar...
- vão caindo...caindo...uma a uma, em desalento
e uma a uma, lentamente, vão no chão pousar.
As castanhas estavam deliciosas!!!!!
Um grande abraço

Duarte dijo...

Manuel,
obrigado. Para ti também.
Abraços

Duarte dijo...

Augusta,
sim, as castanhas estavam muito boas. Foi um fim da tarde bem aproveitado... fazia frio!

Se passas por outro outono que por aqui tenho verás palavras parecidas às tuas. que casualidade!

Abraços de boa amizade