Al parecer el origen etimológico de la población proviene del árabe bakirén o bekirent (piña o colmena) y haría referencia al modo en que las edificaciones se "apiñaron" alrededor del castillo, asentado sobre un cerro.
En el siglo XI, tras la desmembración del califato de Córdoba, Bocairent y su castillo, ubicado donde hoy se alza la iglesia parroquial, pasó a formar parte de la taifa de Denia.
En el siglo XIII, tras la conquista de Biar por Jaime I, pasó a formar parte de la Corona de Aragón, ya en la órbita del incipiente reino de Valencia, y repoblada poco después por colonos cristianos, principalmente catalanes y aragoneses.
En el siglo XVI Felipe II otorgó a Bocairent el distintivo de Real Fábrica de Paños debido al auge de la industria textil en la villa, tradición que perdura en la típica manta bocairentina que aún se fabrica y se utiliza durante los inviernos serranos.
































20 comentarios:
Pelo que vejo nas fotografias, Bocairente é um município da Espanha na província de Valência, Comunidade Valenciana.
Não conheço o local, mas li na tua apresentação, que é um local com muita história.
Peserva o seu aspeto mediaval, com as suas ruas estreitas e sinuosas, o que lhe dá uma beleza peculiar!
O interior da sua igreja é muito bonito e bem conservado!
Vejo que é composta com três naves e, os capiteis dourados realçam a sua beleza nos pilares pintados de branco.
No teto, também é visível pinturas alusivas a temas religiosos, estando também muito bem cuidados.
Outro aspeto que me chamou a atenção, foi ainda preservarem a tradição da indústria têxtil, que já remonta ao século XVI.
Obrigado meu amigo, por partilhares connosco essa pérola que se encontra na montanha em terras de Valência!
Um bem-haja e, um grande abraço.
Estive a ver as fotos com mais detalhe, e não mensionei a Torre dos portugueses.
Esta torre é uma antiga fortaleza de origem medieval que testemunhou acontecimentos significativos ao longo dos séculos. A sua construção e desenho reflectem a arquitectura militar da época e são um testemunho vivo da importância estratégica de Bocairent na região!
Como português tinha que fazer esta observação.
Linda localidade e obrigada por dar a conhecer! Bom Dezembro 🙏🧑🎄😘
Gostei muito desta viagem virtual.
Abraço, boa semana
Muito interessante . Gostei de ler a placa sobre a Torre dos Portugueses.
Valência e Barcelona não partilham a mesma Língua, pois não ? É-me mais difícil ler o catalão do que o valenciano.
Quanto às fotografias e reportagem, parabéns.
O legado árabe na Ibéria é tão importante e tão descuidado por quem o deveria valorizar( pelo menos , em Portugal ).
Te abraço com estima, meu amigo, boa semana e feliz Dezembro :)
Eugénio, estávamos em Alcoy, outra povoação carregada de história, quando ao estar tão perto optamos por ir até Bocairente e ficamos maravilhados.
Como bem dizes, essas ruas estreita e empinadas, cheias de contrastes devido ao passo de diversas culturas. São tantos os encantos que anos mais tarde voltamos.
Gosto do modo como analisas cada momento deste documento o que demostra o teu interesse pelo mundo da cultura. Felicito-te.
Grande Abraço de vida
Eugénio, fizeste bem, são muitas fotografias e, na tua condição de português, ainda que só se mencione una vez, chama-nos à atenção. Tão longe, em terras do Levante espanhol, uns portugueses deixaram bem alto a sua existência numa torre com séculos, mas na que apresentaram resistência..
Grande abraço
Gracinha, por mim encantado e muito mais sendo do teu agrado.
Abraço
Pedro e eu de sentir a tua companhia.
Grande abraço e um bom fim-de-semana
Olá, Duarte, eu adoro essas viagens com os amigos da blogosfera, fotos sempre muito curiosas e completas com texto nos situando.
Obrigada, amigo, por essa excelente partilha!
Um feliz domingo!
Grande abraço, paz e saúde sempre.
Mais uma primorosa e excelente fotorreportagem.
O que me chama logo a atenção é a altura dos edifícios, tentando captar a luz.
É admirável a construção de tantos paredões de pedra!
Depois surpreende a presença dos portugueses em 1700, dado que já se tinha restaurado a independência em 1640, após 60 anos de domínio filipino!...
Obrigada, Amigo, pela sensibilidade com que organizas o teu trabalho.
Também agradeço a cortesia da bela flor.
Deixei um poema com uma mensagem no Convívio de Poetas. Também para ti.
Dias bons, abraços para vós.
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Unos viajes para recordar siempre.
Un placer disfrutar de tus reportajes tan interesantes.
Un abrazo.
São, a mim deixou-me impressionado e orgulhoso ao saber que uns patriotas tinham chegado até aqui.
Assim é, existe uma grande rivalidade e alguns interessados em que seja a mesma língua, mas como catalão. Analizando bem a origem até se afirma de a origem reside no valenciano, sendo ambas latinas. Algumas palavras são iguais às nossas. Até querem dar como escrita em valenciano a dos grandes escritores em lingua valenciana, mas como catalão. O poder do dom dinheiro.
Um grande abraço de vida e um feliz Dezembro.
Tais, neste caso é uma povoação pequena, mas carregada de história. Como gosto do mundo da fotografia, não me canso de pulsar o obturador, para meu deleite e informação para os amigos.
Agradecido quedo da tua apreciação.
Grande abraço de vida
Que localidade tão interessante, adorava conhecer e percorrer essas ruas e recantos.
Excelente reportagem fotográfica.
Obrigado pela partilha
Majo, como buscando la vida nas alturas.
Tem a pedra perto e aproveitam.
Precisamente por isso, já lá estavam.
Fruto da minha paixão pela história e pela fotografia.
Essa flor está pensada em ti, pois só tu fazes referência a ELA.
Irei até lá.
Grande abraço de vida
Amalia, es el don de la fotografía, poder recordar.
Por eso los comparto y si te gusta, yo feliz.
Gran abrazo
Maria, foi o que fiz, deixei-me perder até encontrar a Torre dos Portugueses. Aparece e levo-te lá.
Obrigado eu, como se nota que também sentes esta ARTE!
Para completar o comentario anterior, imagina que afirmam que os valencianos Auxias March e Joanot Martorell foram escritores em lingua catalana.
Majo, que a saúde te acompanhe e anda até cá, que terei muito gosto em acompanhar-te. Beijos nossos.
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